-Ó Sol! Já chegaste?! A Charlie não me contou, espera que já vou chamá-la.
-Não por favor Maeve, não chame a Charlie, quero fazer-lhe uma surpresa, ela não sabe que eu estou cá! Ela está sozinha?
-Ah! Então está bem! Não, a Charlie não está sozinha, está com o Alex no quarto
-Hum, obrigada então.
Enquanto percorria o corredor só pensava em assim fazia a surpresa aos dois ao mesmo tempo, muito fixe! Não achei estranho o meu namorado estar no quarto da minha melhor amiga, afinal eles davam-se super bem! Abri a porta entreaberta sem fazer barulho, is pregar-lhes cá um susto!
Mas quem apanhou o susto fui eu... Em cima da cama estava o meu suposto namorado e a minha suposta melhor amiga numa sessão intensa de beijos, sem notar em nada nem ninguém a não ser em eles próprios. Não esperei por mais nada! Saí do quarto a correr batendo com a porta, enquanto grossas lágrimas me caíam pela face. Ouvia a Charlie que corria atrás de mim(entretanto já tinham acordado do 'transe') e mais ao fundo a de Alex, mas não percebi o que diziam, estava demasiado ocupada a tentar fugir daquela casa maldita.
Assim que saí pela porta da rua percebi aliviada que eles não vinham atrás de mim. Em vez disso começaram a bombardear-me com chamadas e mensagens para o telemóvel por isso desliguei-o, sem me preocupar com a aflição que a minha mãe ia sentir quando soubesse o que tinha acontecido à pouco(de certeza que a Charlie já lhe tinha ligado) e que tinha desligado o telefone.
Nesse momento não tinha cabeça para me preocupar com mais ninguém além da minha dor, por isso fui a correr até ao Central Park(as pessoas deviam estar a achar que eu era maluca) e sentei-me no mesmo banco de sempre, aquele que sentia as minhas lágrimas desde que tinha descoberto aquele local especial, e chorei até sentir a minha alma secar.
Não sei quanto tempo fiquei sentada naquele banco, a olhar para o nada, só sei que quando a Mel(Melanie) apareceu era crepúsculo. Só me apetecia estar só, mas quando ela abriu os braços como se dissesse "se quiseres posso abraçar-te" corri para ela e os braços dela envolveram-me num abraço de melhores amigas onde se dizia tudo o que eu não queria expressar por palavras. E aí, nos braços quentes de Mel voltei a chorar, e eu que pensava que já tinha secado o meu "tanque" de lágrimas, pelos vistos tinha-me enganado.
Mel nada disse acerca do meu ataque de choro, em vez disso virou-se para mim e perguntou-me:
-Vamos para minha casa? Já telefonei à tua mãe, que estava louca de preocupação, e perguntei-lhe se podias ir passar o fim-de-semana a minha casa.
-Hum, pode ser- respondi eu já reestabelecida- mas não tenho roupa nenhuma!
-Não te preocupes, tens um pijama teu em minha casa e eu empresto-te roupa.- retorquiu ela.
Não disse mais nada e encaminhamos-nos as duas para sua casa que ficava apenas a um quarteirão.
A irmã dela, Sarah, abriu-nos a porta, deu-me dois beijos e foi-se embora, Mel devia ter-lhes avisado para terem cuidado com o que me diziam, pensei eu.
Fomos para o quarto de Mel, metade dele era ocupado por um enorme armário cheio de roupas, sapatos e malas de marcas como Channel, Dior, Prada, Gucci...
Mel devia ter achado aquele silêncio excessivo , por isso disse-me:
-Sol, vou À cozinha fazer duas canecas de chocolate quente, quando eu voltar quero-te de pijama, com um filme escolhido por ti ao teu lado e pronta para começar a falar, percebeste?
Fiz-lhe uma continência no gozo e ela saiu do quarto.
Peguei num dos muitos filmes que ela tinha debaixo do plasma, vesti o meu pijama quentinho e refiz a minha trança. Finalmente atirei-me para cima da cama da minha melhor amiga sem cerimónia alguma.
Mel regressou ao fim de quinze minutos com duas canecas de grosso chocolate quente com mini mashmallows a boiar, passou-me uma delas, pousou a sua na mesinha de cabeceira e atirou-se para cima da cama também com pouca cerimónia.
-Podes começar Sol.-disse-me ela
-Começar o que?- perguntei fazendo-me de desentendida.
-Deixa de te armar em parva! Achas que a Charlie não me ligou?!- impacientou-se ela.
-Ah! A traidora já falou contigo?- perguntei calmamente enquanto enquanto dava um gole na minha caneca.
-Não sejas injusta, Sol! Não é bem aquilo que tu estás a pensar!- retorquiu ela.
-Sim senhora, tens toda a razão! Eu não vi a minha melhor amiga a beijar o meu namorado. Ou então vi mas estavam a treinar para uma peça de teatro em que fazem de casal!- disse ironicamente.
Mel deu-me um ligeiro empurrão.
-Também não exageres!- disse rindo-se da parvoíce que eu tinha dito- Viste aquilo, não o vou negar. Mas estás disposta a ficar zangada com a Charlie?! Uma das tuas melhores amigas!
-Sugeres então que eu ignore o que se passou e perdoe a Charlie e o Alex?- perguntei.
-Bom, na minha cabeça a ideia parecia fantástica, mesmo perfeita!- desculpou-se Mel.
-Pois, mas já percebeste que não é perfeita, certo? Na realidade é mesmo estúpida!- disse-lhe.
-Pronto, pronto, já percebi! Vamos ver o filme? Deixa-me ir só buscar pipocas.-mudou ela de assunto.
Assenti na esperança de ter uma noite tranquila sem mais perguntas.
Assim que saí pela porta da rua percebi aliviada que eles não vinham atrás de mim. Em vez disso começaram a bombardear-me com chamadas e mensagens para o telemóvel por isso desliguei-o, sem me preocupar com a aflição que a minha mãe ia sentir quando soubesse o que tinha acontecido à pouco(de certeza que a Charlie já lhe tinha ligado) e que tinha desligado o telefone.
Nesse momento não tinha cabeça para me preocupar com mais ninguém além da minha dor, por isso fui a correr até ao Central Park(as pessoas deviam estar a achar que eu era maluca) e sentei-me no mesmo banco de sempre, aquele que sentia as minhas lágrimas desde que tinha descoberto aquele local especial, e chorei até sentir a minha alma secar.
Não sei quanto tempo fiquei sentada naquele banco, a olhar para o nada, só sei que quando a Mel(Melanie) apareceu era crepúsculo. Só me apetecia estar só, mas quando ela abriu os braços como se dissesse "se quiseres posso abraçar-te" corri para ela e os braços dela envolveram-me num abraço de melhores amigas onde se dizia tudo o que eu não queria expressar por palavras. E aí, nos braços quentes de Mel voltei a chorar, e eu que pensava que já tinha secado o meu "tanque" de lágrimas, pelos vistos tinha-me enganado.
Mel nada disse acerca do meu ataque de choro, em vez disso virou-se para mim e perguntou-me:
-Vamos para minha casa? Já telefonei à tua mãe, que estava louca de preocupação, e perguntei-lhe se podias ir passar o fim-de-semana a minha casa.
-Hum, pode ser- respondi eu já reestabelecida- mas não tenho roupa nenhuma!
-Não te preocupes, tens um pijama teu em minha casa e eu empresto-te roupa.- retorquiu ela.
Não disse mais nada e encaminhamos-nos as duas para sua casa que ficava apenas a um quarteirão.
A irmã dela, Sarah, abriu-nos a porta, deu-me dois beijos e foi-se embora, Mel devia ter-lhes avisado para terem cuidado com o que me diziam, pensei eu.
Fomos para o quarto de Mel, metade dele era ocupado por um enorme armário cheio de roupas, sapatos e malas de marcas como Channel, Dior, Prada, Gucci...
Mel devia ter achado aquele silêncio excessivo , por isso disse-me:
-Sol, vou À cozinha fazer duas canecas de chocolate quente, quando eu voltar quero-te de pijama, com um filme escolhido por ti ao teu lado e pronta para começar a falar, percebeste?
Fiz-lhe uma continência no gozo e ela saiu do quarto.
Peguei num dos muitos filmes que ela tinha debaixo do plasma, vesti o meu pijama quentinho e refiz a minha trança. Finalmente atirei-me para cima da cama da minha melhor amiga sem cerimónia alguma.
Mel regressou ao fim de quinze minutos com duas canecas de grosso chocolate quente com mini mashmallows a boiar, passou-me uma delas, pousou a sua na mesinha de cabeceira e atirou-se para cima da cama também com pouca cerimónia.
-Podes começar Sol.-disse-me ela
-Começar o que?- perguntei fazendo-me de desentendida.
-Deixa de te armar em parva! Achas que a Charlie não me ligou?!- impacientou-se ela.
-Ah! A traidora já falou contigo?- perguntei calmamente enquanto enquanto dava um gole na minha caneca.
-Não sejas injusta, Sol! Não é bem aquilo que tu estás a pensar!- retorquiu ela.
-Sim senhora, tens toda a razão! Eu não vi a minha melhor amiga a beijar o meu namorado. Ou então vi mas estavam a treinar para uma peça de teatro em que fazem de casal!- disse ironicamente.
Mel deu-me um ligeiro empurrão.
-Também não exageres!- disse rindo-se da parvoíce que eu tinha dito- Viste aquilo, não o vou negar. Mas estás disposta a ficar zangada com a Charlie?! Uma das tuas melhores amigas!
-Sugeres então que eu ignore o que se passou e perdoe a Charlie e o Alex?- perguntei.
-Bom, na minha cabeça a ideia parecia fantástica, mesmo perfeita!- desculpou-se Mel.
-Pois, mas já percebeste que não é perfeita, certo? Na realidade é mesmo estúpida!- disse-lhe.
-Pronto, pronto, já percebi! Vamos ver o filme? Deixa-me ir só buscar pipocas.-mudou ela de assunto.
Assenti na esperança de ter uma noite tranquila sem mais perguntas.
Estou a adorar! QUERO O TERCEIRO CAPÍTULO! :)
ResponderEliminarAhah para hoje não digo, mas para amanhã se calhar tens sorte xD
ResponderEliminarUii! Mi gusta! :D
ResponderEliminarEstá excelente, Filipa! :D
ResponderEliminarObrigada Maria :D
ResponderEliminarDe nada, Filipa! :D
ResponderEliminarAdorei ler isto (: começa lá a procurar contactos de editoras xD Está muito fixe rapariga ;)
ResponderEliminarLOOOL Obrigada xD
ResponderEliminarMuito bem Filipa! :D
ResponderEliminarTens futuro... :)
Ty :D*
ResponderEliminarQUERO O IV CAPÍTULO! :c
ResponderEliminarTive de castigo -.-' so agora é q posso começar a pensar em mete-lo aqui xD
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